novos horizontes da coreografia como prática

Choreography As Expanded Practice, Barcelona 29 – 31 March 2012.

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Ana Drago defende ensino artístico

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CALENDÁRIO

HOJE E AMANHÃ

CONCENTRAÇÃO EM FRENTE AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

DAS 15H ÀS 19H

DIA 15 DE FEVEREIRO (sexta-feira)

‘ORQUESTRA MUDA’

PALÁCIO DE S.BENTO (Assembleia da República)

DAS 16H ÀS 20H

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Há exactamente um ano atrás o MovArte é constituído para denunciar e travar as iniciativas da presente ministra da educação de “reformar” e “democratizar” o ensino artístico. Depois de um ano de mobilização e apresentação de propostas alternativas por parte do MovArte a ministra da educação, sem consultar professores, pais e alunos, apresentou esta semana a sua vontade de extinguir unilateralmente o ensino supletivo. Os professores serão despedidos, os alunos ficarão sem ensino, e os pais terão de pagar uma média de €1000 para garantir uma educação  artística para os seus filhos.

Por estas razões o MovArte apresenta e subscreve esta petição lançada pelos professores da EMCN, e apela a todos os leitores que se juntem neste momento crítico a uma mobilização nacional pela defesa do ensino artístico.

 O movimentopelamusica, formado por um grupo de Professores da Escola de Música do Conservatório Nacional, tem como objectivo informar a população em geral sobre as implicações que a reforma prevista pelo Ministério da Educação terá no ensino especializado da música. Sob a bandeira falaciosa de uma democratização do ensino musical, o Ministério da Educação prepara-se para extinguir o ensino especializado da música no país. As crianças entre os 6 e os 9 anos, assim como os alunos de idades mais avançadas serão excluídos do sistema. Como exemplo: dos cerca de 900 alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional, 75% não poderá prosseguir os seus estudos. As famílias, e só as que tiverem maiores possibilidades financeiras, serão então obrigadas a pagar por um ensino de qualidade em escolas privadas. A cultura musical ficará empobrecida, mais cara e mais elitista! Somos pela abertura de uma sensibilização à música dirigida a todas as crianças desde a pré-primária e, se possível, nas escolas do ensino genérico. Mas estas medidas não podem ser tomadas à custa da extinção do ensino especializado, onde até agora crianças a partir dos seis anos de idade podiam aprender a tocar um instrumento. O ensino especializado da música tem um valor formativo único e é igualmente uma importante fonte geradora de emprego – a indústria da música e do espectáculo gera aproximadamente 100.000.000.000€ por ano (não tendo em conta as verbas de espectáculos musicais), quantia que cobre 7 vezes a despesa do Ministério da Educação com o ensino especializado da música. Em consonância com outros movimentos (Movarte, salvemoconservatorionacional) somos pela defesa de um ensino de qualidade e as nossas posições encontram-se reflectidas no Manifesto aprovado em Assembleia Geral de Escola e que se encontra em anexo a este e-mail.

 Se partilhar das nossas inquietações, junte-se a este movimento, ajude a divulgar este e-mail e assine a petição on-line que encontrará em:

http://www.petitiononline.com/CFEEMP/petition.html

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Salão Nobre EMCN

 No começo do ano lectivo publico aqui um texto de Paulo Ferrero, Virgílio Marques e Júlio Amorim, a alertar para o estado degradante a que está renegada uma das melhores e mais belas salas de espectáculos de Portugal – O Salão Nobre da Escola de Música do Conservatório Nacional. Subscrevo e assino a petição incluída.

Tiago Ivo Cruz
“Desde os anos 40 do século passado que não se têm efectuado obras no Salão Nobre do Conservatório Nacional, e 62 anos de constante utilização para concertos, audições e aulas deixaram as suas marcas, encontrando-se actualmente o Salão Nobre com um dos balcões laterais suportado por varões de ferro (para não cair), um número considerável de cadeiras totalmente destruídas, tectos com buracos, cortinas rasgadas, camarins em precárias condições, etc. Enfim num adiantado estado de degradação que ameaça chegar ao ponto de não retorno.

Como se trata de um equipamento cultural indispensável não só para as actividades do Conservatório Nacional mas também como pólo dinamizador não só do Bairro Alto mas de toda a cidade de Lisboa, desde há anos que, insistentemente, se reclama, aos organismos competentes, obras!, tendo mesmo sido publicado concurso público para esse efeito (DR – 3ª Série nº 239 de 15/12/2005 – Recuperação do Salão Nobre, galeria, palco, sub-palco, salas de apoio e cobertura-1ª fase – empreitada 135/05); o qual, no entanto, viria a ser subitamente cancelado (!) , não se sabendo até à data as razões desse cancelamento.

O salão Nobre do Conservatório Nacional com os seus magníficos tectos Malhoa não poderá aguentar mais tempo sem obras de recuperação.

É preciso salvá-lo sob pena de estarmos a pactuar num crime de lesa-património.

E é isso que acabamos de pedir em nesta nossa petição:  http://www.gopetition.com/online/14127.html, que esperamos sensibilize os nosso governantes, locais e nacionais e seja retomado o concurso público em má hora cancelado (DR-3ª Série Nº 239 de 15/12/2005).

Assine-a e divulgue, s.f.f.

Antecipadamente gratos, subscrevemo-nos com os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Virgílio Marques e Júlio Amorim”

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Música em Agosto

Durante a chamada “silly season” a Ministra da Educação interrompe os banhos de sol para nos brindar com mais um dos seus costumeiros “silly statements”: exige que a Procuradoria da República abdique da independência política para subordinar as suas decisões à vontade da Sra. Ministra. Mesmo entre dois mergulhos é fácil ver que a senhora não sabe grande coisa de governos, instituições e democracia. É melhor não concorrer à Herança de Verão, não vá calhar-lhe uma pergunta de Cidadania…

Quanto a músicas, tudo na mesma; as últimas notícias são de Julho: o Ministério da Educação deu à direcção da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN) o prazo de um mês para elaborar um plano em que apenas 10% dos alunos poderiam estar no regime supletivo. Não explicam o que fazer às centenas de alunos que deixariam de poder frequentar este regime a meio de um ciclo de ensino… Tal como o Movarte apontou na sua crítica ao relatório do estudo, o Ministério da Educação (ME) está obcecado com a existência do ensino supletivo e utiliza esta deriva como desculpa para não resolver nenhum dos problemas reais do ensino artístico (todo, e não só o da EMCN), incluindo os poucos que foram apontados no estudo que o próprio ME encomendou.

No entanto, para não poder ser acusado de não fazer rigorosamente nada, o ME já tomou uma medida: cortou ainda mais o já curto orçamento da EMCN. Deste modo, a direcção da EMCN viu-se constrangida a incluir na inscrição uma verba para bolsas de estudo. Fica assim clara como água a obsessão com o Conservatório como fonte de despesas e ocupante de um local tão valioso na especulação imobiliária! Para a Ministra, uma dupla vitória: o ensino artístico tornou-se mais caro e, portanto, mais restrito; a direcção da EMCN perdeu popularidade junto dos pais e alunos. Era certamente a este tipo de medidas que aludia a equipa de ilustres estudiosos que redigiram o estudo, quando no capítulo sobre financiamento aconselhavam as escolas a encontrar os seus próprios meios de financiamento, diminuindo o grau de dependência face ao orçamento de estado. Dogmas são o que são, e crenças não se discutem, sobretudo as neo-liberais…

Com o início do ano-lectivo e o regresso da vida aos conservatórios e escolas de música, poderemos certamente contar com novidades, de que daremos conta. Até lá, estamos também em fase de recuperar as forças, o que não significa que andemos distraídos. 

Helena Romão
Praia Verde, 9 de Agosto de 2007

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